" Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; pelo contrário, é uma necessidade que me foi imposta. AI DE MIM SE EU NÃO ANUNCIAR O EVANGELHO. (I Cor 9,16)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A IGREJA ADOTA A CONFISSÃO COMUNITÁRIA?

Sobre este ponto, de particular atenção, vejamos o que nos diz a Igreja:
“A confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário pelo
qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja: somente
a impossibilidade física ou moral o escusa desta forma de confissão. Há razões
profundas para que assim seja. Cristo age em cada um dos sacramentos. Ele dirige-Se
pessoalmente a cada um dos pecadores: ‘Meu filho, os teus pecados são-te perdoados’
(Mc 2, 5); Ele é o médico que Se inclina sobre cada um dos doentes com necessidade
d'Ele para os curar: alivia-os e reintegra-os na comunhão fraterna. A confissão pessoal é,
pois, a forma mais significativa da reconciliação com Deus e com a Igreja” (Catecismo,
n. 1484).
Contudo, a Igreja também reconhece a necessidade da confissão com absolvição geral.
Vejamos o texto do Catecismo a este respeito:

“Em casos de grave necessidade, pode-se recorrer à celebração comunitária da
reconciliação, com confissão geral e absolvição geral. Tal necessidade grave pode
ocorrer quando há perigo iminente de morte, sem que o sacerdote ou os sacerdotes
tenham tempo suficiente para ouvir a confissão de cada penitente. A necessidade grave
pode existir também quando, tendo em conta o número dos penitentes, não há
confessores bastantes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo
razoável, de modo que os penitentes, sem culpa sua, se vejam privados, durante muito
tempo, da graça sacramental ou da sagrada Comunhão. Neste caso, para a validade da
absolvição, os fiéis devem ter o propósito de confessar individualmente os seus pecados
graves em tempo oportuno. Pertence ao bispo diocesano julgar se as condições
requeridas para a absolvição geral existem. Uma grande afluência de fiéis, por ocasião
de grandes festas ou de peregrinações, não constitui um desses casos de grave
necessidade” (Catecismo, n. 1483).

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